Decidir somente pelo feeling está ficando mais caro?
A experiência do dono e do gestor continua importante. Quem conhece a loja percebe mudanças no comportamento dos clientes, na equipe e no movimento dos setores. O problema começa quando essa percepção se torna a única base para decisões sobre compras, preços, estoque, promoções e investimentos.

O feeling pode indicar que um produto vende bem, enquanto os dados mostram margem baixa, perdas elevadas ou estoque excessivo. Uma promoção pode parecer um sucesso pelo movimento gerado e, mesmo assim, reduzir o resultado. Quanto maior a operação e o número de produtos, maior tende a ser o custo de uma interpretação incompleta.
A reportagem “Gestão eficiente para supermercados”, da Expo Supermercados, mostra que gestão envolve planejamento, controle e integração das áreas. Vendas, margem, giro, cobertura, ruptura, perdas e fluxo de caixa ajudam a verificar se a percepção corresponde ao que realmente aconteceu.
Dados também não decidem sozinhos. Um relatório pode apontar o problema, mas o gestor precisa compreender o contexto e transformar a informação em ação. O vídeo “Da loja à retaguarda: conheça a operação completa de um supermercado”, do canal oficial da Expo Supermercados, mostra como diferentes etapas da operação precisam ser observadas de maneira integrada.
A melhor decisão combina experiência e evidência. O feeling ajuda a formular perguntas e perceber sinais; os dados ajudam a confirmar, corrigir ou rejeitar hipóteses. Antes de decidir, o gestor pode perguntar: qual informação sustenta essa escolha e qual indicador mostrará se ela deu resultado?





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