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Decidir no achômetro custa caro para o supermercado?

há 4 horas
1 min de leitura

A experiência do gestor continua importante, mas decidir somente pelo achômetro aumenta o risco. Uma compra baseada na impressão de que determinado produto “vende muito” pode gerar excesso de estoque, enquanto uma promoção aparentemente bem-sucedida pode aumentar o faturamento e reduzir a margem.


Interior de supermercado na seção de frios e carnes, com clientes escolhendo produtos e vitrines cheias sob placas de preços.

Os erros aparecem quando percepções não são confrontadas com vendas, giro, cobertura, perdas, ruptura e margem em reais. Um corredor movimentado não comprova que todos os produtos estejam entregando resultado, assim como uma gôndola cheia não significa que o estoque esteja saudável.


Os dados também não substituem o conhecimento da loja. Eles ajudam a confirmar, corrigir ou aprofundar aquilo que a equipe observa. Uma queda na venda pode representar menor demanda, mas também pode ser causada por falta de produto, preço incorreto, mudança de exposição ou falha cadastral.


A matéria “Como interpretar relatórios de vendas para tomar decisões mais assertivas no supermercado” destaca indicadores como giro, margem por categoria, ticket médio, ruptura e resultado das promoções. O relatório precisa terminar com uma decisão, um responsável e um prazo.


O vídeo “Veja o que a Telecon Software & Gestão pode fazer para aumentar as vendas com rentabilidade”, publicado no canal oficial da Expo Supermercados, complementa a análise. A melhor decisão combina experiência, dados confiáveis e acompanhamento do resultado: o achômetro pode iniciar uma hipótese, mas não deveria encerrá-la.


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