Flores no supermercado: decoração ou oportunidade de rentabilidade?
Flores e plantas melhoram a aparência da loja, mas não devem ser tratadas apenas como elementos decorativos. Quando possuem mix, preço, fornecedor e rotina de cuidados definidos, podem formar uma categoria comercial com forte apelo emocional e sazonal.

A cadeia brasileira de flores e plantas ornamentais gerou um PIB de R$ 21,23 bilhões e 265 mil empregos em 2024, conforme estudo do Cepea/Esalq-USP em parceria com o Ibraflor. O PIB da cadeia cresceu 9,95% em relação a 2023.
Para começar, o supermercado pode trabalhar espécies mais resistentes, vasos pequenos e opções fáceis de transportar no carrinho. Orquídeas, suculentas, folhagens e arranjos sazonais permitem testar diferentes faixas de preço sem ocupar uma área excessiva.
A matéria “Como expor, organizar e vender mais plantas e flores no supermercado” recomenda preços visíveis, circulação livre, fornecedores preparados e margens compatíveis com o risco de perda. Também destaca o potencial de datas como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal.
A rentabilidade depende do giro. Plantas envelhecidas, flores murchas e vasos danificados prejudicam a categoria e a imagem da loja. Compras menores, reposição frequente, cuidados diários e ações antes da perda total ajudam a preservar o resultado.
O vídeo “Plantas e flores para expor, organizar, vender mais e reduzir perdas no supermercado”, do canal oficial da Expo Supermercados, apresenta orientações práticas. A categoria pode crescer ainda mais quando se conecta a cartões, chocolates, vinhos, presentes, adubos e acessórios.





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