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Estoque cheio, gôndola vazia: onde o produto ficou escondido?

  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

O sistema informa que existe estoque, mas o consumidor encontra um espaço vazio na gôndola. Essa situação mostra que possuir mercadoria não é o mesmo que deixá-la disponível para venda. O item pode estar no depósito, em uma área incorreta, em um ponto extra ou registrado em quantidade diferente da realidade.


Corredor de supermercado com prateleiras de molhos de tomate em sachê, quase vazias, com embalagens vermelhas e pretas.

Esse problema é chamado de ruptura operacional. Diferentemente da falta causada pelo fornecedor ou pela compra insuficiente, a loja possui o produto, mas não consegue colocá-lo no lugar certo no momento em que o cliente deseja comprar.


A matéria “Como a Inteligência Artificial da Kikker está transformando o controle de estoque” mostra que uma rede pode manter muito estoque e, ainda assim, apresentar gôndolas vazias. A disponibilidade depende da distribuição entre centro de distribuição, lojas, depósitos, pontos extras e canais de venda.


A tecnologia pode emitir alertas e apontar riscos, mas não substitui a disciplina operacional. Endereçamento do depósito, inventários rotativos, comunicação entre turnos e definição de horários de reposição continuam necessários. Estoque incorreto no sistema também produz análises incorretas.


O vídeo “Repositor de supermercado: produto bem exposto vende muito mais”, do canal da Expo Supermercados, conecta organização, abastecimento e trabalho em equipe. Para reduzir a ruptura operacional, o supermercado precisa acompanhar não apenas quanto possui, mas quanto está efetivamente disponível na área de venda.


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