Walmart enfrenta reação às etiquetas eletrônicas e debate sobre preços personalizados
- 27 de jul.
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A expansão das etiquetas eletrônicas do Walmart nos Estados Unidos entrou em uma nova discussão. Nova Jersey tornou-se o primeiro estado norte-americano a suspender temporariamente novas instalações desse tipo de tecnologia em supermercados, em meio a preocupações com o chamado surveillance pricing.
É importante separar as duas coisas. A etiqueta eletrônica permite alterar preços centralmente, reduz erros e elimina grande parte do trabalho manual de substituição de etiquetas. A preocupação regulatória surge quando informações pessoais ou comportamentais poderiam, em tese, ser utilizadas para determinar preços diferentes para consumidores específicos.
Para o supermercado brasileiro, a tecnologia continua tendo aplicações bastante interessantes: promoções, redução de erros entre gôndola e PDV, alteração rápida de preços e gestão de produtos próximos da validade.

Impacto para os supermercadistas: etiquetas eletrônicas podem trazer produtividade, mas transparência será fundamental. Personalizar uma oferta para um cliente é diferente de cobrar dele um preço-base individualizado.





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