Cliente precisa olhar para a gôndola e se encontrar. Você concorda?
- Fabiano Polese

- 28 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
No supermercado, a gôndola é muito mais do que um espaço físico para acomodar produtos. Ela é um ponto decisivo da experiência de compra. Quando o cliente olha para a gôndola e se encontra — entende rapidamente a categoria, localiza o que procura e percebe valor — a decisão de compra acontece com muito mais naturalidade.
Isso só é possível quando há organização, abastecimento constante, variedade adequada e sinalização clara. O cliente não gosta de se sentir perdido. Ele quer identificar marcas, comparar preços com facilidade, enxergar opções e sentir que aquela gôndola foi pensada para ele. Quando a leitura é simples, a compra flui.

É nesse contexto que uma verdade do varejo se confirma todos os dias: produto bem exposto vende muito mais. Uma gôndola bem montada valoriza o produto, desperta desejo, aumenta o tempo de permanência do cliente no corredor e amplia as chances de compra por impulso e de aumento do ticket médio.

Por outro lado, gôndolas desorganizadas, mal sinalizadas ou com falhas de abastecimento geram insegurança e quebram a experiência. Mesmo estando dentro da loja, o cliente pode “desistir” da compra se não conseguir se localizar ou compreender rapidamente a oferta.
Uma boa gôndola conversa com o cliente. Ela orienta, sugere, resolve problemas e apresenta soluções. É comunicação silenciosa, mas extremamente poderosa. Quando o cliente se vê naquela exposição — nas marcas, nos preços, nos tamanhos e nas opções — ele se conecta com o produto, compra mais e volta.
No varejo supermercadista, pensar a gôndola é pensar na venda, na experiência e na fidelização. Produto bem exposto vende muito mais — e uma gôndola bem planejada faz o cliente se encontrar e escolher comprar.
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