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Coleta, CRM e dashboard: você sabe interpretar os dados do supermercado?

  • há 1 hora
  • 1 min de leitura

Coleta, CRM e dashboard representam etapas diferentes. A coleta registra informações geradas no caixa, no aplicativo, no clube de vantagens, no atendimento e em outros canais. O CRM organiza o relacionamento com os clientes identificados. O dashboard apresenta indicadores para facilitar a análise. Nenhuma dessas ferramentas, isoladamente, garante uma boa decisão.


Caixas de autoatendimento em supermercado, com telas da Madi, números 13 e 14 e frutas ao fundo.

A primeira pergunta deve ser: os dados são confiáveis? Cadastros duplicados, produtos classificados incorretamente, clientes não identificados e integrações incompletas podem produzir gráficos visualmente interessantes, mas distantes da realidade. A coleta também precisa ter finalidade definida, segurança e procedimentos compatíveis com a Lei Geral de Proteção de Dados.


Depois, o gestor precisa interpretar relações, não apenas números isolados. A queda do ticket médio pode ter sido acompanhada pelo aumento da frequência. Uma promoção pode elevar o faturamento e reduzir a margem. Uma categoria pode crescer porque recebeu mais espaço, teve ruptura menor ou participou de uma campanha. O dashboard mostra o que aconteceu; a investigação procura explicar por quê.


A matéria “Qual é o melhor ERP para supermercados de bairro?” destaca a diferença entre possuir dados e realizar gestão. O caso sobre como DRE e ERP ajudaram o Madi a avaliar uma unidade também mostra que o sistema fornece informações, mas a decisão continua dependendo da interpretação empresarial.


O vídeo “Inteligência Artificial na Gestão de Supermercados”, do canal oficial da Expo Supermercados, amplia essa discussão. Para interpretar melhor, o gestor pode começar por uma pergunta concreta, comparar períodos equivalentes, verificar margem e operação, conversar com quem executa e registrar a decisão tomada. O dashboard deve terminar em uma ação, não em uma apresentação.


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