Como cartazes e telas digitais transformam a experiência de compra no supermercado
- Fabiano Polese

- 21 de jan.
- 3 min de leitura
Renata Viezzer, da SuperMídia, demonstra em um supermercado como a comunicação visual gera vendas
A visita ao supermercado ao lado de Renata Viezzer, CEO da SuperMídia, foi uma verdadeira aula prática sobre como a comunicação visual bem estruturada influencia diretamente os resultados do varejo. Caminhando pelos corredores da loja, ficou evidente que os cartazes, as telas digitais e a padronização das informações não são apenas elementos estéticos, mas ferramentas estratégicas de venda.

Logo no início da visita, chamou a atenção a presença consistente de cartazes de ofertas em diferentes formatos e tamanhos. Segundo Renata, todos eles são gerados a partir da SuperMídia, uma solução que integra comunicação visual, ERP e identidade da marca. Isso permite que cada loja tenha seu próprio layout, respeitando cores, tipografia e posicionamento de preços, seja para ofertas simples, múltiplos preços ou condições especiais como clubes de vantagens com QR Code.
Um dos grandes diferenciais observados é a praticidade do sistema. Em poucos cliques, qualquer colaborador da loja consegue selecionar os produtos em oferta e imprimir todos os cartazes necessários, sem depender de um especialista em marketing ou design. A arte já vem pronta, em templates personalizados na implantação, e ainda há uma “lojinha” de modelos prontos para datas comemorativas como Black Friday, Natal e Ano Novo, facilitando ainda mais o dia a dia do varejista.
Durante a caminhada pelo hortifrúti, padaria e açougue, ficou claro que a comunicação vai além do papel. As telas digitais instaladas ao fundo dos setores também fazem parte da solução, centralizando a gestão das ofertas da loja. Diferente de televisores que exibem conteúdos desatualizados via pen drive, a SuperMídia atualiza preços e informações em tempo real. Se o valor muda no frente de caixa, a tela reflete essa alteração quase instantaneamente, mantendo a confiança do cliente e a coerência da comunicação.
Outro ponto importante observado foi a flexibilidade na impressão. O supermercado visitado conta com impressora para folhas maiores, como o formato A3, mas Renata reforça que isso não é uma exigência. Muitos clientes utilizam apenas impressoras com tamanho padrão, o formato A4, inclusive em preto e branco, e ainda assim conseguem comunicar ofertas de forma eficiente. Há também a possibilidade de criar cartazes grandes a partir de múltiplas folhas no formato A4, encaixadas em suportes, inclusive para comunicação externa, mostrando que a limitação de equipamentos não impede uma boa apresentação visual.
Ao longo da conversa, ficou evidente o quanto a exposição clara de preços impacta o comportamento do consumidor. Cartazes grandes, pequenos, impressos ou digitais cumprem papéis diferentes, mas complementares. O importante é garantir visibilidade, clareza e frequência na comunicação. Em um cenário de alta concorrência e consumidores cada vez mais atentos ao preço, mostrar que a loja tem ofertas é um poderoso atrativo de vendas e também um estímulo à compra por impulso.
Por fim, Renata destacou que o investimento na solução é acessível e proporcional ao tamanho do negócio, já que o software é modular. O custo é significativamente menor do que manter um profissional dedicado exclusivamente à criação de cartazes, tornando a ferramenta viável tanto para pequenos supermercados quanto para grandes redes.
A visita deixou uma mensagem clara: comunicar bem é vender melhor. Cartazes bem posicionados, telas atualizadas e informações precisas não apenas informam, mas constroem percepção de valor, reforçam a marca e contribuem diretamente para os resultados do supermercado.


































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