Fraudes com Inteligência Artificial: como os supermercados devem se preparar para os novos riscos digitais
- há 56 minutos
- 10 min de leitura
Por Fabiano Polese
A Inteligência Artificial está trazendo grandes oportunidades para os supermercados.
Ela já pode ajudar nas compras, previsão de demanda, controle de estoque, gestão de preços, análise de indicadores, atendimento ao consumidor, produtividade das equipes e diversas outras atividades.

Mas existe outro lado dessa transformação que acredito que os supermercadistas precisam começar a discutir com mais atenção.
A mesma Inteligência Artificial que pode aumentar a produtividade das empresas também está sendo utilizada para tornar golpes e fraudes cada vez mais sofisticados.
E esse não é apenas um problema das grandes redes.
Qualquer supermercado que utilize e-mail, WhatsApp, sistemas de gestão, aplicativos, pagamentos digitais, fornecedores conectados ou ferramentas on-line está exposto a algum nível de risco.
Por isso, segurança digital precisa deixar de ser considerada apenas um assunto do departamento de tecnologia.
Ela passa a ser também um assunto de gestão.
Como a Inteligência Artificial está mudando as fraudes no varejo?
Durante muitos anos, vários golpes digitais eram relativamente fáceis de identificar.
Mensagens apresentavam erros de português.
E-mails possuíam textos estranhos.
Pedidos pareciam claramente suspeitos.
Ligações apresentavam informações genéricas.
A Inteligência Artificial começa a mudar esse cenário.
Hoje é possível produzir mensagens extremamente bem escritas, reproduzir estilos de comunicação, criar imagens falsas, simular documentos e até gerar áudios e vídeos muito convincentes.
Isso aumenta significativamente a capacidade de um criminoso se passar por outra pessoa.
Imagine algumas situações possíveis dentro de um supermercado:
um colaborador recebe uma mensagem aparentemente enviada pelo proprietário solicitando um pagamento urgente;
o financeiro recebe um pedido de alteração dos dados bancários de um fornecedor;
um funcionário recebe um áudio aparentemente enviado por seu gestor solicitando determinada informação;
um cliente apresenta um comprovante digital aparentemente legítimo;
ou alguém tenta se passar por um fornecedor conhecido para obter informações internas.
Essas situações mostram por que o fator humano continuará sendo uma das principais áreas de atenção na segurança das empresas.
O que são fraudes com Inteligência Artificial?
Fraudes com Inteligência Artificial são golpes nos quais ferramentas de IA são utilizadas para aumentar a velocidade, o volume ou a credibilidade de uma tentativa de fraude.
A tecnologia pode ser utilizada para criar:
mensagens falsas personalizadas;
e-mails fraudulentos;
áudios simulando determinadas pessoas;
vídeos falsos;
documentos aparentemente legítimos;
páginas falsas;
conversas automatizadas;
perfis fictícios;
tentativas de engenharia social.
O problema não está na Inteligência Artificial em si.
A tecnologia pode ser extremamente positiva.
O risco está no uso dessas ferramentas para enganar pessoas e explorar falhas nos processos das empresas.
Por que supermercados precisam prestar atenção nesse assunto?
O supermercado possui uma característica que aumenta sua exposição aos riscos digitais: existe um grande volume de movimentações acontecendo diariamente.
Compras.
Pagamentos.
Fornecedores.
Notas fiscais.
Transferências.
Cadastro de produtos.
Contratação de serviços.
E-commerce.
Aplicativos.
Delivery.
Meios de pagamento.
Funcionários.
Clientes.
Sistemas.
Quanto maior o número de interações, maior a quantidade de oportunidades para alguém tentar explorar uma falha.
Além disso, muitas decisões no varejo precisam ser tomadas rapidamente.
E justamente a urgência é uma das principais ferramentas utilizadas pelos fraudadores.
“Preciso desse pagamento agora.”
“Altere o cadastro imediatamente.”
“O fornecedor mudou de conta.”
“Envie esse documento com urgência.”
Quando alguém cria pressão, as pessoas tendem a verificar menos.
Por isso, uma das melhores defesas contra fraudes continua sendo uma combinação de tecnologia, processo e treinamento.
O maior risco pode estar na engenharia social
Quando falamos em segurança digital, muitas pessoas imaginam imediatamente hackers tentando invadir sistemas.
Esse risco existe.
Mas existe outro problema igualmente importante: a engenharia social.
Engenharia social acontece quando alguém manipula uma pessoa para conseguir acesso a uma informação ou provocar determinada ação.
Em vez de atacar diretamente o sistema, o criminoso tenta convencer um funcionário.
A Inteligência Artificial torna esse tipo de golpe muito mais sofisticado.
Antes, alguém precisava escrever manualmente uma mensagem falsa.
Agora é possível gerar centenas de versões personalizadas.
Antes, imitar a voz de uma pessoa era extremamente difícil.
Agora existem tecnologias capazes de reproduzir características de voz com poucos exemplos.
Antes, produzir um vídeo falso exigia conhecimento técnico avançado.
Esse processo está se tornando cada vez mais acessível.
Portanto, o supermercado precisa preparar sua equipe para um ambiente em que nem sempre podemos confiar imediatamente naquilo que vemos, ouvimos ou recebemos digitalmente.
Um áudio do proprietário pode não ser do proprietário
Essa frase pode parecer exagerada.
Mas ela representa muito bem um novo desafio para as empresas.
Imagine um funcionário do financeiro recebendo um áudio de alguém com uma voz extremamente parecida com a do proprietário do supermercado:
“Faça esse pagamento agora. Depois eu explico.”
Em uma empresa sem procedimentos claros, o pagamento pode acontecer.
Em uma empresa com processos definidos, existe outra reação:
“Vou confirmar por outro canal.”
Essa simples atitude pode impedir uma fraude.
Por isso acredito que uma das regras mais importantes dos próximos anos será:
informações sensíveis e solicitações financeiras precisam ser confirmadas por mais de um meio.
Alteração de dados bancários exige atenção especial
Um dos golpes mais perigosos no ambiente empresarial acontece quando criminosos tentam alterar as informações bancárias utilizadas para pagar fornecedores.
A abordagem pode ser extremamente convincente.
O fraudador pode conhecer o nome da empresa.
Pode conhecer funcionários.
Pode reproduzir logotipos.
Pode utilizar linguagem profissional.
Pode até aproveitar informações disponíveis publicamente para tornar a comunicação mais confiável.
Por isso, qualquer alteração de dados financeiros deve passar por um processo de validação.
O supermercado pode criar uma regra simples:
nenhuma alteração bancária de fornecedor deve ser aceita apenas por e-mail ou mensagem.
Uma confirmação independente deve ser realizada utilizando dados de contato previamente cadastrados.
Essa pequena mudança de processo pode evitar grandes prejuízos.
O WhatsApp também precisa entrar na política de segurança
O WhatsApp tornou-se uma das principais ferramentas de comunicação no varejo brasileiro.
É utilizado para falar com fornecedores.
Gerentes.
Compradores.
Colaboradores.
Clientes.
Prestadores de serviço.
Justamente por isso, ele também se tornou um ambiente interessante para os fraudadores.
Uma mensagem pode chegar de um número diferente alegando que determinado gestor trocou de telefone.
Uma foto conhecida pode ser utilizada.
Uma linguagem semelhante à da pessoa pode ser reproduzida.
Com Inteligência Artificial, até mesmo o estilo de escrita pode ser imitado.
Por isso, precisamos abandonar uma ideia perigosa:
“Se tem a foto da pessoa, deve ser ela.”
Não necessariamente.
Inteligência Artificial também aumenta o risco de phishing
Phishing é uma tentativa de enganar uma pessoa para que ela clique em um link, informe uma senha, abra um arquivo ou forneça determinada informação.
Durante muito tempo, esses golpes eram facilmente identificados por textos mal escritos.
Isso está mudando.
A IA pode produzir mensagens profissionais, personalizadas e aparentemente legítimas.
Um funcionário pode receber algo como:
“Seu acesso ao sistema será bloqueado. Atualize sua senha neste link.”
Ou:
“Existe uma nota fiscal aguardando aprovação.”
Ou ainda:
“Confira a nova tabela enviada pelo fornecedor.”
A pessoa acredita que está realizando uma atividade normal de trabalho.
Na realidade, pode estar entregando suas credenciais para um criminoso.
A segurança também passa pelo ERP e pelos sistemas do supermercado
À medida que o supermercado se torna mais digital, aumenta também a importância da gestão de acessos.
Cada colaborador deveria possuir apenas as permissões necessárias para exercer sua função.
Um operador não precisa necessariamente acessar informações financeiras.
Um repositor não precisa alterar determinadas configurações administrativas.
Um usuário do sistema de compras não deve possuir automaticamente todas as permissões existentes.
Essa prática é conhecida como princípio do menor privilégio.
Ela reduz o impacto caso uma conta seja comprometida.
Também é importante revisar regularmente:
usuários ativos;
acessos antigos;
permissões administrativas;
senhas;
autenticação;
integrações com terceiros;
equipamentos conectados;
backups.
Quando um funcionário deixa a empresa, seus acessos precisam ser removidos rapidamente.
Parece básico.
Mas muitas falhas de segurança começam exatamente em procedimentos simples que deixaram de ser realizados.
Uma empresa que indico é a Telecon Software & Gestão que é especialista em ERP para Supermercados com toda a segurança. Na minha opinião o maior especialista em Inteligência Artificial para Supermercados é o Cássio Rocha, Diretor de TI na Telecon Sistemas, veja essa palestra que ele realizou no Congresso Nacional para Supermercados de Bairro:
O supermercado precisa utilizar autenticação em duas etapas
Uma senha sozinha já não oferece a mesma segurança de alguns anos atrás.
Por isso, sempre que possível, sistemas críticos devem utilizar autenticação em dois fatores.
Isso significa que, além da senha, existe uma segunda confirmação.
Pode ser um aplicativo autenticador.
Uma chave de segurança.
Uma confirmação adicional.
Mesmo que a senha seja descoberta, existe uma segunda barreira.
Para supermercados, essa proteção deve ser priorizada principalmente em:
e-mails corporativos;
sistemas financeiros;
sistemas administrativos;
plataformas de gestão;
contas de redes sociais;
serviços de armazenamento;
painéis de e-commerce;
contas de publicidade.
O treinamento da equipe é tão importante quanto a tecnologia
Podemos instalar sistemas de segurança extremamente sofisticados.
Mas um colaborador ainda pode clicar em um link malicioso.
Por isso considero treinamento uma das principais ferramentas de proteção.
A equipe precisa aprender a desconfiar de algumas situações:
pedidos financeiros urgentes;
alteração inesperada de dados bancários;
solicitações de senha;
links desconhecidos;
arquivos enviados sem explicação;
números de telefone diferentes;
pedidos fora dos procedimentos normais.
Mais importante ainda:
o funcionário precisa ter liberdade para confirmar.
Uma boa cultura de segurança não critica alguém por perguntar:
“Tem certeza de que esse pagamento é verdadeiro?”
Pelo contrário.
Essa atitude deve ser incentivada.
Crie procedimentos que não dependam da confiança
Uma frase que considero importante quando falamos sobre segurança é:
bons processos protegem inclusive pessoas de confiança.
Não devemos criar regras porque desconfiamos dos colaboradores.
Criamos regras porque qualquer pessoa pode ser enganada.
Inclusive o proprietário.
Inclusive o gerente.
Inclusive alguém com décadas de experiência.
Por isso, procedimentos bem estruturados são fundamentais.
Um pagamento acima de determinado valor pode exigir duas aprovações.
Uma mudança bancária pode exigir confirmação por telefone.
Uma nova conta administrativa pode depender de autorização.
Uma operação excepcional pode gerar um alerta.
Essas regras reduzem a dependência de decisões individuais.
Como o supermercado pode reduzir o risco de fraudes com IA?
Não existe uma única solução.
A segurança precisa ser construída em camadas.
1. Treine a equipe
Explique como funcionam golpes digitais, phishing, engenharia social, falsificação de voz e mensagens fraudulentas.
2. Crie regras para pagamentos
Defina claramente quem pode solicitar, aprovar e executar pagamentos.
3. Confirme alterações bancárias
Nunca altere informações financeiras importantes utilizando somente uma mensagem recebida.
4. Utilize autenticação em dois fatores
Principalmente nas contas e sistemas mais importantes.
5. Controle acessos
Cada funcionário deve possuir somente as permissões necessárias.
6. Atualize os sistemas
Softwares antigos podem possuir vulnerabilidades já conhecidas.
7. Faça backups
E verifique periodicamente se eles realmente podem ser recuperados.
8. Desconfie da urgência
Golpes frequentemente tentam impedir que a pessoa tenha tempo de pensar.
9. Confirme por outro canal
Se uma solicitação parecer incomum, ligue para a pessoa utilizando um telefone já conhecido.
10. Crie uma cultura de segurança
Os funcionários precisam compreender que proteger informações também faz parte da operação.
Segurança digital também é prevenção de perdas
Nos supermercados, prevenção de perdas normalmente é associada a furtos, quebras, vencimentos, erros operacionais e divergências de estoque.
Acredito que precisamos ampliar esse conceito.
Fraude digital também é perda.
Pagamento indevido é perda.
Conta invadida é perda.
Dados comprometidos são perda.
Operação interrompida é perda.
Por isso, a segurança cibernética precisa começar a conversar cada vez mais com a gestão de riscos e prevenção de perdas.
Essa integração será fundamental nos próximos anos.
E se o sistema do supermercado parar?
Essa pergunta precisa fazer parte do planejamento.
Imagine uma operação sem acesso ao ERP.
Sem e-mail.
Sem internet.
Sem sistema de pedidos.
Sem informações de estoque.
Sem parte dos meios de pagamento.
Quanto tempo o supermercado consegue continuar operando?
Esse exercício ajuda a identificar dependências críticas.
Toda empresa deveria possuir algum tipo de plano de continuidade.
Quem deve ser acionado?
Quais sistemas precisam voltar primeiro?
Onde estão os backups?
Como comunicar a equipe?
Como operar temporariamente?
A segurança não consiste apenas em evitar um problema.
Também significa estar preparado para reagir quando ele acontecer.
A Inteligência Artificial não é o problema
É importante deixar isso claro.
Não devemos olhar para a Inteligência Artificial apenas como uma ameaça.
Pelo contrário.
Ela poderá ajudar os supermercados a aumentar produtividade, reduzir perdas, melhorar estoques, prever demanda e apoiar decisões.
A própria IA também será utilizada para identificar comportamentos suspeitos, detectar anomalias e fortalecer sistemas de segurança.
Portanto, estamos diante de uma ferramenta.
Como qualquer tecnologia poderosa, ela pode ser utilizada de diferentes maneiras.
O desafio das empresas é aproveitar seus benefícios enquanto criam mecanismos para administrar os novos riscos.
A tecnologia evoluiu. Os procedimentos também precisam evoluir.
Durante as Visitas Técnicas em Supermercados e nos encontros que realizamos com empresários e gestores, falamos muito sobre produtividade, tecnologia, gestão e inovação.
Acredito que segurança digital precisa participar cada vez mais dessas conversas.
Não porque desejamos criar medo.
Mas porque o supermercado moderno está cada vez mais conectado.
ERP.
E-commerce.
Aplicativo.
Bancos.
Fornecedores.
E-mail.
WhatsApp.
Meios de pagamento.
Inteligência Artificial.
Tudo está conectado.
Isso gera eficiência.
Mas também exige responsabilidade.
A confiança continuará importante, mas a confirmação será indispensável
Durante muitos anos, uma voz conhecida ao telefone era suficiente.
Uma assinatura visual parecia suficiente.
Uma mensagem bem escrita transmitia credibilidade.
Agora precisamos aprender uma nova realidade.
Áudio pode ser falsificado.
Imagem pode ser criada.
Texto pode ser produzido automaticamente.
Vídeo pode ser manipulado.
Isso significa que precisaremos desenvolver novos hábitos.
Não acreditar automaticamente.
Verificar.
Confirmar.
Seguir procedimentos.
Essa talvez seja uma das principais competências da gestão no mundo da Inteligência Artificial.
O supermercado do futuro precisará ser inteligente e seguro
A transformação digital não pode ser analisada apenas pelo potencial de aumentar vendas.
Também precisamos avaliar como proteger os novos processos.
Quanto mais dados utilizamos, maior precisa ser nossa responsabilidade.
Quanto mais sistemas conectamos, mais importante se torna controlar os acessos.
Quanto mais utilizamos Inteligência Artificial, mais precisamos preparar nossas equipes para identificar usos maliciosos da mesma tecnologia.
O supermercado do futuro será cada vez mais digital.
Mas acredito que os melhores negócios não serão apenas aqueles que utilizarem mais tecnologia.
Serão aqueles que conseguirem utilizar tecnologia com inteligência, processos e segurança.
Porque inovação sem controle pode criar novos riscos.
E gestão moderna significa saber aproveitar as oportunidades sem ignorar as ameaças.
Fabiano Polese
Expo Supermercados
Supermercados podem reduzir o risco de fraudes com Inteligência Artificial combinando treinamento da equipe, autenticação em dois fatores, controle de acessos, confirmação independente de pagamentos e alterações bancárias, atualização dos sistemas e procedimentos claros para situações suspeitas. A tecnologia deve ser complementada por processos de segurança e uma cultura de verificação.
O que são fraudes com Inteligência Artificial?
São golpes nos quais ferramentas de IA são utilizadas para criar mensagens, imagens, áudios, vídeos ou documentos falsos, tornando tentativas de fraude mais convincentes e escaláveis.
Quais são os principais riscos para supermercados?
Os principais riscos incluem falsos pedidos de pagamento, alteração fraudulenta de dados bancários, phishing, roubo de credenciais, invasão de contas, falsificação de identidade e engenharia social.
Um áudio recebido pelo WhatsApp pode ser falsificado por IA?
Sim. Tecnologias de geração e clonagem de voz podem criar áudios semelhantes à voz de uma pessoa. Solicitações financeiras ou sensíveis devem ser confirmadas por outro canal.
Como proteger o ERP de um supermercado?
É recomendável utilizar senhas fortes, autenticação em dois fatores, controle de permissões, atualização do sistema, revisão periódica dos usuários e remoção imediata dos acessos de funcionários desligados.
Como evitar fraudes com fornecedores?
Mudanças de dados bancários ou informações financeiras importantes devem ser confirmadas utilizando contatos previamente cadastrados, evitando confiar exclusivamente em e-mails ou mensagens recebidas.
O que é engenharia social?
Engenharia social é uma técnica utilizada para manipular pessoas e levá-las a fornecer informações ou executar ações que favorecem o criminoso.
Como treinar funcionários contra golpes digitais?
O treinamento deve apresentar exemplos práticos de mensagens fraudulentas, phishing, solicitações urgentes, alteração de contas bancárias, falsificação de identidade e procedimentos internos de confirmação.
Segurança digital faz parte da prevenção de perdas?
Sim. Fraudes digitais, invasões, pagamentos indevidos, interrupções de sistemas e comprometimento de dados podem provocar perdas financeiras e operacionais e devem integrar a estratégia de prevenção de riscos.

