Nova Jersey limita etiquetas eletrônicas e proíbe “surveillance pricing”
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Enquanto supermercados investem em digitalização de preços, surge um importante contraponto regulatório. Em 23 de julho, Nova Jersey aprovou uma lei que proíbe o chamado surveillance pricing em supermercados e estabelece uma moratória sobre etiquetas eletrônicas de gôndola.
O debate não é simplesmente sobre substituir papel por displays digitais. A preocupação está na possibilidade de dados pessoais e comportamentais serem utilizados para determinar quanto determinado consumidor estaria disposto a pagar por um produto.
O caso provavelmente será acompanhado por varejistas e legisladores de outros mercados. Etiquetas eletrônicas oferecem ganhos claros de produtividade e precisão, mas a discussão mostra que automação de preços precisa caminhar junto com transparência e confiança.

Impacto para os supermercadistas: tecnologia de precificação pode reduzir mão de obra, erros e perdas, mas o cliente precisa compreender as regras. Personalizar ofertas é diferente de personalizar o preço-base individualmente.





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