Menos produto na bandeja pode significar mais vendas?
- há 5 horas
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Uma bandeja maior pode parecer mais vantajosa para o supermercado, mas nem sempre corresponde à necessidade do cliente. Pessoas que moram sozinhas, casais sem filhos, idosos e famílias pequenas podem evitar uma compra quando a quantidade é maior do que conseguem consumir.

Porções menores podem ser aplicadas em carnes, frios, queijos, frutas cortadas, bolos, sobremesas e refeições prontas. O objetivo não é apenas reduzir o peso da embalagem, mas criar alternativas adequadas a diferentes ocasiões de consumo. Uma mesma categoria pode oferecer tamanhos individual, intermediário e familiar.
Na reportagem “Autosserviço no açougue: como vender mais com menos dependência de mão de obra e mais praticidade para o cliente”, a ExpoNews apresenta o porcionamento como parte da conveniência. O autosserviço permite que o consumidor compare pesos, cortes e valores antes de escolher.
Porções menores, entretanto, utilizam proporcionalmente mais bandejas, filmes, etiquetas e tempo de preparação. Por isso, o gestor deve acompanhar preço por quilo, custo da embalagem, produtividade, giro e perdas. Reduzir o tamanho sem recalcular o custo pode aumentar as vendas e diminuir a margem.
O vídeo “A Retaguarda do Açougue: Onde Começa a Qualidade da Carne no Supermercado”, publicado no canal oficial da Expo Supermercados, mostra a importância da preparação, do porcionamento e da padronização. Um teste simples consiste em oferecer três faixas de peso e acompanhar quais apresentam melhor giro e menor quebra.





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