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Preço mínimo no campo é preço tabelado no supermercado?

  • há 8 minutos
  • 1 min de leitura

O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou, em julho de 2026, preços mínimos para produtos das safras 2026/2027 e 2027. A lista inclui arroz, feijão, leite, mandioca, milho, soja, cacau e outras culturas importantes para o abastecimento.


Corredor de supermercado com sacos de farinha empilhados e um funcionário de camisa vermelha organizando produtos.

O preço mínimo faz parte da Política de Garantia de Preços Mínimos, conhecida pela sigla PGPM. Conforme a explicação do Ministério da Agricultura, esse instrumento procura reduzir oscilações prejudiciais à renda do produtor e apoiar a continuidade da produção.

Isso não significa que o governo tenha tabelado o preço da gôndola. Entre o valor de referência no campo e o preço ao consumidor existem classificação, armazenamento, beneficiamento, indústria, embalagem, impostos, transporte, perdas, margem e negociações comerciais.


Para o supermercado, conhecer a PGPM ajuda a compreender melhor a formação da oferta e o ambiente de negociação. A matéria “Consumo nos supermercados cresce em 2026” reforça que faturamento e rentabilidade precisam ser analisados separadamente. Vender um produto essencial em grande volume não garante boa margem.


Compras e negociação aparecem como atividades que exigem informação. O preço mínimo é uma referência de política agrícola; o preço final da loja continua dependendo de toda a cadeia e da estratégia comercial.


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