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Quanto custa? A pergunta que não deveria ser necessária na gôndola

  • há 11 horas
  • 1 min de leitura

O consumidor encontra um produto interessante, procura o preço na prateleira e não acha. Algumas pessoas perguntam à equipe ou utilizam um terminal de consulta. Outras simplesmente devolvem o item e seguem pelo corredor. A ausência da informação pode interromper uma venda antes mesmo de ela chegar ao caixa.


Expositor de doces e chocolates em loja, com placas de preço e corredores 1 a 4; clientes ao fundo em ambiente movimentado.

O problema nem sempre é a falta da etiqueta. Ela pode estar distante, escondida, desalinhada ou associada ao produto ao lado. Embalagens parecidas, itens colocados no endereço errado e cartazes promocionais vencidos aumentam a dificuldade de interpretação.


A reportagem “Divergência de preços no supermercado: como medir e evitar diferenças entre gôndola e caixa” apresenta as principais origens das inconsistências. O conteúdo mostra que preço correto precisa aparecer de forma coerente na etiqueta, no cartaz, na balança, no sistema e no ponto de venda.


A conferência pode priorizar produtos anunciados, itens que tiveram preço alterado, lançamentos, pontos extras e mercadorias visualmente semelhantes. Também é útil registrar quantas vezes clientes procuram funcionários ou terminais apenas para descobrir o preço de um produto.


No vídeo “Como colocar preço em mercadoria de supermercado”, do canal oficial da Expo Supermercados, a precificação aparece como parte da execução comercial da loja. Informar o preço com clareza não é somente colocar uma etiqueta: é garantir que produto, descrição, embalagem e valor correspondam entre si.


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