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Do hortifrúti para o adubo: o que acontece depois que o alimento deixa de ser vendido?

  • há 1 hora
  • 1 min de leitura

Nem todo alimento retirado da exposição deve receber o mesmo destino. Um produto pode estar próprio para doação, apto a algum aproveitamento permitido, impróprio para consumo ou já classificado como resíduo. Separar essas situações é o primeiro passo para uma gestão responsável.


Banca de hortifruti em supermercado, com frutas e legumes embalados, ervas, placas de orgânicos e ovos ao fundo.

Depois de esgotadas as possibilidades seguras de consumo, resíduos orgânicos separados corretamente podem seguir para compostagem ou biodigestão, conforme a estrutura disponível e as normas locais. Na compostagem, a matéria orgânica é transformada em composto. Na biodigestão, também pode participar da geração de biogás e biofertilizante.


O Programa de Compostagem de Belo Horizonte trabalha com coleta diferenciada em grandes geradores, incluindo supermercados e feiras. A experiência mostra que a separação na origem é decisiva: plástico, vidro, etiquetas, produtos químicos e outros contaminantes dificultam ou inviabilizam o tratamento.


A matéria “Supermercado sustentável: redução de desperdício e responsabilidade com resultado” conecta controle de perdas, resíduos e eficiência. O conteúdo “Como os supermercados podem contribuir para a sustentabilidade” também apresenta doação e destinação responsável como frentes diferentes.


O vídeo sobre sustentabilidade no supermercado, publicado pelo canal da Expo Supermercados, complementa essa visão. Antes de contratar uma destinação, a loja precisa medir o volume gerado, separar corretamente e verificar licenças, responsabilidades e regras do município.


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