Parece natural, mas é orgânico? O que o supermercado precisa conferir
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Artesanal, natural, colonial, agroecológico e orgânico são expressões utilizadas na comunicação de alimentos, mas não possuem o mesmo significado. Um produto pode ser artesanal sem ser orgânico, assim como uma embalagem com aparência rural não comprova a forma de produção.

O Ministério da Agricultura explica que produtos vendidos em mercados e supermercados como orgânicos devem apresentar a identificação correspondente ao Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, o SisOrg. Quando comercializados a granel, também precisam ser identificados corretamente.
A página oficial sobre regularização da produção orgânica esclarece que a exceção destinada à venda direta por agricultores familiares vinculados a uma Organização de Controle Social não autoriza automaticamente a comercialização por terceiros. Para chegar ao supermercado como orgânico, o produto precisa cumprir as regras aplicáveis ao canal.
A matéria “As dez tendências alimentares segundo a Whole Foods Market” mostra como origem, ingredientes e sustentabilidade ganham espaço nas decisões de consumo. Já “Do campo à gôndola” conecta esses atributos ao relacionamento com fornecedores regionais.
No vídeo “O que o cliente busca em um supermercado?”, com Clóvis Polese, do canal da Expo Supermercados, as expectativas do consumidor aparecem como referência para a loja. Comunicar corretamente um produto orgânico protege o cliente, o fornecedor regularizado e a credibilidade do supermercado.





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