Urano apresenta soluções para códigos 2D no Super Summit da ACATS
A Urano Balanças participou do Super Summit by ACATS 2026, realizado no dia 20 de outubro, no CentroSul, em Florianópolis. Organizado pela ACATS — Associação Catarinense de Supermercados, o encontro reuniu lideranças e profissionais interessados em inovação, tecnologia, gestão e no futuro do varejo alimentar.
Durante o evento, a equipe da Urano recebeu clientes, parceiros e visitantes em seu estande para apresentar soluções e esclarecer dúvidas sobre a operação supermercadista.
A participação da empresa também chegou ao conteúdo do evento. Zenon Leite Neto, presidente e fundador da Urano Balanças, integrou o painel “Operação sem fricção: da compra ao pagamento”, no palco Tecnologia & Inovação. Entre os temas abordados esteve a aplicação do código 2D nos supermercados e o papel das balanças na transição para essa nova forma de identificar produtos e compartilhar dados.
O que a Urano apresentou no Super Summit da ACATS?

A Urano Balanças apresentou soluções de pesagem, etiquetagem e integração desenvolvidas para tornar as operações do varejo mais eficientes e preparadas para a adoção de códigos 2D. No painel sobre operação sem fricção, Zenon Leite Neto explicou como as balanças podem gerar etiquetas com informações que apoiam rastreabilidade, controle de validade, gestão e uma jornada de compra mais segura.
Super Summit aproxima tecnologia e operação do supermercado
O Super Summit by ACATS foi criado com a proposta de levar conteúdo a supermercados que desejam evoluir. A programação tratou de comportamento do consumidor, pessoas, operações, tecnologia, inovação e novos modelos de negócio, aproximando quem desenvolve as soluções de quem precisa aplicá-las na loja.
Essa conexão é importante porque a transformação do varejo depende da integração entre balanças, impressoras, leitores, sistemas de gestão, frente de caixa e equipes responsáveis pelos processos.
Na minha avaliação, esse foi o principal valor da presença da Urano: mostrar que a balança não deve ser vista como um equipamento isolado. Em setores como açougue, padaria, fiambreria, hortifrúti, rotisseria e pré-empacotamento, ela pode ser o ponto de origem de dados utilizados ao longo de toda a operação.
Zenon Leite Neto participa do painel “Operação sem fricção”

Na programação oficial do Super Summit, o painel “Operação sem fricção: da compra ao pagamento” integrou o palco Tecnologia & Inovação. Além de Zenon Leite Neto, o debate contou com profissionais ligados a tecnologia, meios de pagamento, inovação e operação supermercadista.
O tema está relacionado ao desafio de tornar a jornada de compra mais simples e confiável, desde a escolha do produto e a pesagem até o checkout e o pagamento.
No caso dos produtos pesados e embalados pelo próprio supermercado, a qualidade da informação impressa na etiqueta é decisiva. O código precisa ser lido corretamente, o cadastro deve estar atualizado e os sistemas envolvidos precisam interpretar os dados sem criar novas etapas para o cliente ou para o operador.
O que é o código 2D e por que ele importa para os supermercados?
O código 2D é uma identificação bidimensional capaz de armazenar mais informações do que os códigos lineares tradicionalmente utilizados no varejo. QR Code e DataMatrix são exemplos conhecidos desse formato.
Quando implementado conforme os padrões GS1, o código 2D pode reunir o identificador do produto e dados variáveis, como lote, fabricação, validade, peso ou número de série, conforme a aplicação. Também pode direcionar o consumidor a informações digitais sobre ingredientes, alergênicos, conservação, origem ou modo de uso.
A GS1 Brasil explica que a transição será gradual, e os códigos lineares continuarão coexistindo com os novos formatos durante esse período.
Isso significa que o supermercado não deve simplesmente imprimir um QR Code e considerar a implantação concluída. É necessário validar o padrão utilizado, a qualidade da impressão, a capacidade dos leitores, a interpretação pelo PDV, a integração com o ERP e a finalidade dos dados.
Como as balanças da Urano participam dessa transição?

Nos setores de produção e atendimento, as balanças etiquetadoras podem criar a identificação que acompanhará o produto até o checkout. Conforme o modelo e a integração adotada, a etiqueta pode apresentar peso, preço, fabricação, validade, lote, informações nutricionais, código de barras e códigos 2D.
Esse processo pode contribuir para diferentes objetivos:
identificar corretamente o produto embalado na loja;
disponibilizar mais informações ao consumidor;
apoiar o controle de fabricação e validade;
ampliar a rastreabilidade de lotes e operações;
reduzir erros de cadastro e digitação;
integrar pesagem, retaguarda e frente de caixa;
preparar a operação para novas aplicações do padrão GS1.
A Expo Supermercados já mostrou exemplos dessa tecnologia em conteúdos sobre a participação da Urano no GS1 Hands-On Retail Experience e sobre a aplicação do código 2D na rastreabilidade, na gestão e na experiência de compra.
Também vale conhecer o caso do Supermago Supermercados, que utilizou códigos 2D em um projeto de controle de validade e rastreabilidade. O exemplo ajuda a visualizar como balança, etiqueta, sistema de gestão e checkout precisam trabalhar em conjunto.
O código 2D substitui imediatamente o código de barras tradicional?
Não. A adoção será progressiva, e os códigos lineares deverão coexistir com os códigos 2D durante a transição. O supermercado precisa manter a operação atual funcionando enquanto testa leitores, sistemas e processos para as novas aplicações.
Também é importante separar dois usos diferentes. Um QR Code pode apenas levar a uma página na internet, enquanto um código 2D baseado nos padrões GS1 pode carregar identificadores e atributos utilizados pelos sistemas do varejo. A aparência pode ser semelhante, mas a estrutura dos dados e a finalidade não são necessariamente iguais.
Como preparar o supermercado para a migração ao código 2D?
Antes de iniciar o projeto, o supermercadista deve reunir os fornecedores de balanças, leitores, ERP, PDV e etiquetas. A implantação precisa considerar a operação completa, especialmente os produtos fabricados, fracionados ou embalados na própria loja.
Um roteiro prático inclui:
Mapear os setores: identificar onde são geradas etiquetas e quais produtos precisam de lote, fabricação, validade ou rastreabilidade.
Revisar os cadastros: confirmar descrições, GTIN, preços, ingredientes, alergênicos, informações nutricionais e regras de validade.
Validar balanças e impressoras: verificar quais modelos imprimem o padrão desejado e se a qualidade da etiqueta permite leitura consistente.
Testar os leitores: conferir se os scanners do checkout reconhecem códigos 2D e se exigem atualização ou substituição.
Homologar ERP e PDV: garantir que os sistemas interpretem os dados e executem corretamente as regras definidas pelo supermercado.
Criar um projeto-piloto: começar com um setor, uma loja ou um grupo limitado de produtos antes de ampliar a implantação.
Treinar as equipes: orientar cadastro, produção, atendimento, prevenção de perdas, tecnologia e operadores de caixa.
Medir os resultados: acompanhar leitura no checkout, perdas, validade, retrabalho, tempo de operação e experiência do cliente.
Tecnologia nacional próxima de quem faz o varejo acontecer
Além do conteúdo técnico, o Super Summit permitiu que a Urano fortalecesse relações com clientes, parceiros e profissionais do setor. Segundo a empresa, o time recebeu visitantes no estande durante o encontro e apresentou soluções para diferentes necessidades do varejo.
Essa proximidade ajuda o fabricante a compreender como os equipamentos são utilizados na prática e quais integrações precisam evoluir. Para o supermercadista, o contato direto permite avaliar modelos, tirar dúvidas e discutir a solução adequada ao setor, ao volume de produção e ao sistema de gestão já instalado.
Ao encerrar sua participação, a Urano agradeceu a todos que passaram pelo estande e reforçou sua disposição de continuar próxima de quem movimenta o varejo diariamente.
Veja a aplicação do código 2D em supermercados
No vídeo do canal da Expo Supermercados, você pode conhecer como a Urano aplica códigos 2D às etiquetas produzidas por suas balanças:
Para entender uma aplicação real de rastreabilidade e controle de validade, veja também:
Conclusão
A presença da Urano Balanças no Super Summit by ACATS mostrou como a indústria, as entidades do setor e os supermercadistas podem avançar juntos na transformação do varejo. A participação de Zenon Leite Neto no painel sobre operação sem fricção colocou as balanças no centro de uma discussão que envolve dados, integração, rastreabilidade e experiência de compra.
O código 2D abre novas possibilidades, mas seu valor depende de planejamento e compatibilidade entre os componentes da operação. O melhor caminho é começar pelo diagnóstico dos setores, envolver todos os fornecedores de tecnologia e desenvolver um projeto-piloto com objetivos mensuráveis.
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Perguntas frequentes
O que foi o Super Summit by ACATS?
O Super Summit by ACATS foi um evento de conteúdo sobre inovação e futuro do varejo alimentar. A edição de 2026 aconteceu em 20 de outubro, no CentroSul, em Florianópolis, reunindo lideranças e profissionais ligados à gestão, tecnologia, operações, pessoas e comportamento do consumidor.
O que a Urano Balanças apresentou no evento?
A Urano apresentou soluções de pesagem, etiquetagem e integração para supermercados. A equipe recebeu clientes, parceiros e visitantes no estande, enquanto o presidente e fundador da empresa participou de um painel sobre operação sem fricção e aplicação de códigos 2D no varejo.
Qual foi a participação de Zenon Leite Neto?
Zenon Leite Neto participou do painel “Operação sem fricção: da compra ao pagamento”, no palco Tecnologia & Inovação. Ele abordou a migração para códigos 2D e explicou o papel das soluções da Urano nessa transformação dos supermercados.
O que é um código 2D para supermercados?
É uma identificação bidimensional, como QR Code ou DataMatrix, capaz de armazenar mais dados do que um código linear. Conforme o padrão e a aplicação, pode incluir identificação do produto, lote, validade e outras informações utilizadas na rastreabilidade, na gestão e na comunicação com o consumidor.
Todo QR Code pode ser lido no checkout?
Não. Um QR Code pode ter diferentes estruturas e finalidades. Para ser utilizado no checkout, o código precisa seguir um padrão compatível, e leitores, PDV, ERP e demais sistemas devem estar preparados para interpretar corretamente os dados.
Os códigos 2D substituirão imediatamente os códigos de barras lineares?
Não. A transição será gradual. Os códigos lineares e 2D deverão coexistir enquanto varejistas, indústrias e fornecedores de tecnologia atualizam equipamentos, sistemas, cadastros e processos.





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