O produto vende muito, mas merece todo esse espaço na gôndola?
- há 12 horas
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Um produto de grande faturamento costuma conquistar várias frentes na gôndola. Entretanto, vender muito não é o único critério para definir o espaço de um SKU. Tamanho da embalagem, margem, giro, frequência de reposição e função na categoria também precisam participar da decisão.

Um item volumoso pode ocupar uma área grande e produzir margem modesta. Outro, menor, pode gerar retorno financeiro superior utilizando poucas frentes. A análise também precisa considerar a capacidade de abastecimento: reduzir demais o espaço de um produto de alto giro pode obrigar a equipe a repor várias vezes ao dia e aumentar o risco de ruptura.
A matéria “GMROI no supermercado: como medir o retorno financeiro do estoque” apresenta um indicador que relaciona margem bruta e investimento médio em estoque. Já o conteúdo sobre vendas por metro quadrado amplia a análise para a produtividade comercial do espaço.
O planograma ajuda a transformar essas informações em execução. A reportagem “Planogramas: organização inteligente das gôndolas para vender mais” mostra como posições, alturas e números de frentes podem ser planejados. O espaço deve ser testado e revisado, pois vendas e hábitos de consumo mudam ao longo do tempo.
No vídeo “Layout para supermercado: exposição, açougue, padaria e hortifrúti”, do canal da Expo Supermercados, a organização dos produtos aparece ligada ao aproveitamento da loja. A pergunta não deve ser somente “quanto esse SKU vende?”, mas “qual resultado ele produz para o espaço e o estoque que utiliza?”.





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