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Categoria de destino, rotina ou conveniência: todas devem ser administradas do mesmo jeito?

  • há 1 hora
  • 1 min de leitura

Nem todas as categorias cumprem a mesma função no supermercado. Algumas motivam a visita, outras completam a compra semanal e outras resolvem uma necessidade imediata. Por isso, não é correto exigir o mesmo giro, margem, espaço ou política promocional de todas elas.


Corredor de supermercado com pilhas de Doritos e Lay’s, prateleiras de cervejas ao fundo e cartazes de oferta em destaque.

Uma categoria de destino ajuda o consumidor a escolher onde fará suas compras. Categorias de rotina aparecem frequentemente no carrinho, enquanto as de conveniência atendem necessidades rápidas e podem oferecer praticidade. Existem ainda categorias sazonais, cuja importância cresce em determinadas épocas.


A matéria “Como o gerenciamento de categorias pode impulsionar os supermercados de bairro” explica como os produtos podem ser organizados considerando relação entre itens, comportamento do consumidor e tendências. A função atribuída à categoria influencia sortimento, preço, exposição, promoção e abastecimento.


O conteúdo sobre vendas por metro quadrado no supermercado reforça que um indicador não deve ser interpretado isoladamente. Uma categoria pode apresentar produtividade financeira inferior e, ainda assim, ser importante para gerar fluxo, completar a cesta ou sustentar a imagem de preço da loja.


No vídeo “O que o cliente busca em um supermercado?”, com Clóvis Polese, do canal da Expo Supermercados, as expectativas do consumidor aparecem como referência para a operação. Antes de definir metas, o supermercadista precisa responder: qual missão esta categoria cumpre para o cliente e para a estratégia da loja?


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