top of page
patrocinadores 13 01 2026.jpg

Obrigado por ler este artigo. Se quiser se manter atualizado, assine a nossa newsletter clicando aqui e fale conosco em nosso canal do WhatsApp acessando aqui

O lançamento aumentou a categoria ou apenas trocou o produto vendido?

  • há 5 horas
  • 1 min de leitura

Um novo sabor, tamanho ou marca chega ao supermercado e começa a vender. O resultado parece positivo, mas existe uma pergunta importante: essas vendas foram acrescentadas à categoria ou retiradas de produtos que já estavam no mix?


Supermercado com quiosque Heineken verde neon e placa Feliz Natal, prateleiras de cerveja ao fundo.

A canibalização acontece quando um novo SKU assume parte das vendas de itens semelhantes. Isso não é necessariamente ruim. A troca pode elevar a margem, modernizar a categoria ou atender melhor o consumidor. O problema aparece quando o lançamento aumenta estoque e complexidade sem gerar vendas, margem ou clientes adicionais.


A matéria “Quando diversificar deixa de gerar resultado no supermercado” aborda produtos que apenas dividem uma venda que já aconteceria. Para analisar o lançamento, é necessário comparar o resultado total da categoria antes e depois da entrada do SKU, evitando observar somente o desempenho individual da novidade.


Também vale acompanhar os produtos mais semelhantes. Se o lançamento vende cem unidades, mas os itens concorrentes internos perdem quantidade equivalente, pode ter ocorrido apenas uma transferência. Preço promocional, ponto extra e maior número de frentes também precisam ser considerados para não atribuir todo o resultado ao interesse espontâneo do consumidor.


O vídeo “Layout de bebidas no Supermercado Modelo”, da Expo Supermercados, mostra uma categoria formada por diferentes segmentos e ocasiões de consumo. Um novo produto agrega valor quando preenche uma necessidade, faixa de preço ou ocasião ainda não atendida — e não apenas quando troca a embalagem escolhida pelo cliente.


Comentários


bottom of page