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A gôndola parece cheia, mas quanto desse estoque está ali apenas para fazer volume?

  • há 8 horas
  • 1 min de leitura

Algumas categorias precisam de uma quantidade mínima de produtos para transmitir variedade e disponibilidade. Essa quantidade é chamada de estoque de apresentação. Ela não corresponde necessariamente ao volume que será vendido até a próxima reposição.


Homem aponta para prateleiras de produtos de limpeza em supermercado, com placas OFERTA e preços em destaque.

O estoque mínimo operacional procura evitar a falta do produto considerando demanda, prazo de entrega e segurança. Já o estoque de apresentação está relacionado à quantidade necessária para compor a gôndola. Quando os dois conceitos são confundidos, a loja pode comprar demais apenas para preencher um móvel grande.


A matéria “Planogramas: organização inteligente das gôndolas para vender mais” ajuda a entender como frentes e espaços podem ser planejados. O conteúdo “Layout que muda: por que móveis modulares ganham espaço no supermercado” apresenta a possibilidade de ajustar alturas, divisórias e capacidade conforme os produtos.


Reduzir a profundidade útil, utilizar separadores ou rever o número de frentes pode manter a apresentação sem imobilizar tantas unidades. A decisão precisa respeitar estabilidade, limpeza e acesso. Criar falsos volumes improvisados ou estruturas inseguras não é uma solução adequada.


No vídeo “Repositor de supermercado: produto bem exposto vende muito mais”, do canal da Expo Supermercados, a exposição aparece ligada à rotina de abastecimento. Uma gôndola visualmente completa não precisa ser uma gôndola abarrotada: ela precisa estar dimensionada para o giro e para a frequência real de reposição.


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