A parcela cabe no mês bom, mas cabe no mês ruim?
- há 15 horas
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Uma reforma, um equipamento ou um veículo pode parecer acessível quando a parcela é comparada ao faturamento de um mês movimentado. O problema aparece quando chegam os períodos de vendas menores e a empresa continua pagando fornecedores, salários, impostos, energia e todas as parcelas contratadas.

Antes de assumir um financiamento, o supermercado precisa observar o fluxo de caixa dos meses mais fracos. Também deve reunir as obrigações que já existem, pois várias parcelas consideradas pequenas separadamente podem formar um compromisso elevado quando vencem juntas.
A matéria “Quando e como expandir o supermercado com segurança”, da ExpoNews, relaciona crescimento a resultados consistentes, operação organizada e fluxo de caixa saudável. A mesma lógica pode ser aplicada a reformas e compras de equipamentos: o investimento precisa ser sustentado pela capacidade financeira da empresa.
Faturamento não é o mesmo que dinheiro livre. Uma parcela pode representar uma pequena parte das vendas e, ainda assim, consumir grande parte do valor que sobra depois do pagamento das mercadorias e das despesas. Juros, entrada, manutenção e custos adicionais do investimento também precisam entrar na análise.
O vídeo “Tecnologia e Gestão — O caminho para supermercados mais eficientes e lucrativos”, publicado pela Expo Supermercados, reforça a utilização de dados na gestão. Comparar a parcela com o caixa dos períodos mais fracos oferece uma visão mais prudente do que considerar somente o melhor mês do ano.





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