top of page

Obrigado por ler este artigo. Se quiser se manter atualizado, assine a nossa newsletter clicando aqui e fale conosco em nosso canal do WhatsApp acessando aqui

Se o produto não tem função clara, por que ele está na gôndola?

há 2 horas
1 min de leitura

Cada produto deveria cumprir uma função dentro da categoria. Ele pode representar uma faixa de preço, atender um público específico, completar uma ocasião de consumo, diferenciar a loja, gerar margem ou atrair clientes. Quando essa função não está clara, o SKU pode apenas disputar espaço com produtos semelhantes.


Corredor de bebidas alcoólicas em loja, prateleiras cheias de garrafas coloridas e placas OFERTA.

A matéria “Quando diversificar deixa de gerar resultado no supermercado” explica que variedade oferece alternativas relevantes, enquanto o excesso multiplica escolhas sem necessariamente ampliar as vendas. Mais produtos também significam mais cadastros, pedidos, etiquetas, inventários e controles de validade.


Para o comprador, a indefinição dificulta a análise. Um produto pode apresentar baixo giro porque não possui demanda, mas também porque está mal exposto, com preço inadequado ou frequentemente em ruptura. Antes de excluir ou ampliar sua presença, é necessário verificar vendas, margem, cobertura, perdas, disponibilidade e transferência de demanda.


Na área de vendas, produtos sem organização clara confundem o consumidor. A matéria “Produtos separados por marca ou por tipo” mostra como a estrutura da categoria pode facilitar comparações. O vídeo “Layout para supermercado: exposição, açougue, padaria e hortifrúti”, do canal oficial da Expo Supermercados, complementa essa relação entre mix e espaço.


Uma revisão de categoria deve perguntar qual venda seria perdida se o item saísse, qual alternativa o cliente escolheria e quanto retorno ele oferece pelo espaço ocupado. Produto sem função definida aumenta a complexidade e reduz a capacidade de executar bem aquilo que realmente importa.


Comentários


bottom of page