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Liderar no açougue: como agir quando a experiência vira resistência

  • 13 de fev.
  • 3 min de leitura

Liderar pessoas nunca foi simples. No açougue de um supermercado grande, onde a pressão por resultado é diária e os erros custam caro, o desafio se torna ainda maior. Foi exatamente essa realidade que levou um líder de açougue a buscar orientação em um grupo de WhatsApp: ele estava enfrentando dificuldades com um açougueiro experiente, daqueles que “já viram de tudo”, mas que não aceita orientação, não gosta de ser chamado à atenção e, em alguns momentos, bate de frente e cria resistência até para executar tarefas simples.


Mesmo após reuniões com o gerente e com o dono do supermercado, o comportamento persistia. A pergunta que ficou no ar — e que muitos líderes já se fizeram — foi direta: como agir nessa situação? O que fazer quando a experiência se transforma em obstáculo para o trabalho em equipe?


A resposta veio de Jeadiel Santos, consultor de açougue e treinador de equipes que percorre o Brasil acompanhando a realidade do setor. E a reflexão dele vai muito além de uma solução rápida: ela toca no coração da liderança.


Liderança não é confronto, é serviço

Jeadiel começa trazendo um princípio simples, mas poderoso: liderar não é bater de frente. Ele lembra que discutir com um subordinado raramente leva a um bom resultado. Quando o líder entra no confronto direto, especialmente com alguém que já está resistente, o conflito tende a escalar — e o foco se perde.


Na prática, isso significa entender que o papel do líder não é provar que está certo, mas servir à equipe e ao resultado. Servir, aqui, não é se omitir ou aceitar tudo, mas criar um ambiente onde as ideias possam ser colocadas à mesa e avaliadas com maturidade.


Perguntar mais, discutir menos

Um dos pontos centrais do conselho é o uso das perguntas como ferramenta de liderança. Em vez de discutir ou impor, o líder pode conduzir a conversa com questionamentos simples e objetivos:

“Por que fazemos assim?”“

O que acontece se mudarmos esse processo?

“Qual resultado você espera com essa forma de trabalhar?”


Ao perguntar, o líder não confronta — ele convida o colaborador a pensar. Aos poucos, a própria pessoa vai se encurralando nas respostas. Se ela aponta que algo está errado, então precisa apresentar uma alternativa melhor. E, se essa alternativa realmente for superior, deve ser considerada.


No açougue, a decisão é matemática

Outro ponto forte da orientação é lembrar que, dentro do açougue, não existe “minha ideia” ou “sua ideia”. Existe a ideia que dá resultado. O açougue é matemática pura: rendimento, quebra, margem, giro e dinheiro circulando rápido. O que não funciona hoje, amanhã já virou prejuízo.


Por isso, a liderança precisa ser prática, objetiva e focada no resultado final. Se um processo gera mais lucro, menos perda e mais satisfação do cliente, ele é o caminho certo — independentemente de quem o sugeriu.


Moldar, desenvolver ou tomar decisões firmes

Jeadiel também é claro em outro aspecto: chega um momento em que o líder precisa decidir. Ou ele escolhe moldar e desenvolver esse profissional, com paciência, diálogo e método, ou assume que não há alinhamento e toma uma decisão mais dura, como a substituição.


O que não pode acontecer é permanecer no meio do caminho: nem desenvolver, nem decidir. Isso desgasta a liderança, desmotiva o restante da equipe e compromete os resultados do setor.


Liderar é buscar o resultado certo para a empresa

No fim das contas, o conselho se resume a um ponto-chave: liderar é conduzir pessoas para o melhor resultado possível para a empresa. No açougue, onde o dinheiro “entra e evapora” com a mesma rapidez, o líder precisa ser ágil, inteligente e estratégico.


Evitar confrontos desnecessários, ouvir ideias, usar perguntas como ferramenta, valorizar o que funciona e ter coragem para decidir quando necessário. Essa é a combinação que transforma conflitos em aprendizado — e liderança em resultado.


Para quem vive a rotina do açougue, fica a lição: experiência é valiosa, mas só gera resultado quando anda junto com humildade, diálogo e foco no que realmente importa — o resultado positivo para o negócio.


Jeadiel Santos | Consultoria de Açougue

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