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Estoque parado também é perda para o supermercado?

há 23 horas
1 min de leitura

O produto ainda está dentro da loja, não foi danificado e continua disponível para venda. Mesmo assim, pode estar provocando perdas. Mercadorias com baixo giro ocupam espaço, consomem capital, aumentam o risco de vencimento e impedem que outros produtos mais relevantes sejam comprados e expostos.


Grupo de homens em armazém, entre estantes azuis e laranjas, observando paletes empilhados num corredor industrial.

Estoque parado pode surgir por compras acima da demanda, lançamentos sem acompanhamento, promoções mal dimensionadas, mudanças no comportamento do consumidor ou manutenção de itens que perderam sua função no mix. O problema também aparece quando o supermercado avalia apenas a quantidade vendida e não considera cobertura, margem, validade e retorno sobre o investimento.


A reportagem “Gestão de estoque no supermercado: como evitar perdas e aumentar o lucro”, da Expo Supermercados, lembra que o estoque representa dinheiro parado ou em movimento. Um produto pode apresentar boa margem percentual, mas entregar pouco resultado quando permanece meses armazenado.


A solução não deve começar com descontos aplicados indiscriminadamente. Primeiro, é necessário entender por que o produto não gira. Mudança de exposição, venda combinada, revisão do preço, negociação com o fornecedor ou transferência entre lojas podem recuperar parte da venda. O vídeo “Da loja à retaguarda: conheça a operação completa de um supermercado”, do canal oficial da Expo Supermercados, mostra como estoque e área de vendas fazem parte do mesmo fluxo operacional.


O gestor pode começar classificando os produtos por tempo sem venda, cobertura, valor imobilizado e risco de vencimento. Depois, deve definir ações, responsáveis e prazos. Estoque parado não desaparece sozinho: quanto mais tempo a decisão demora, menor costuma ser a possibilidade de recuperar o capital investido.


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