Mais opções ou mais confusão? Quando o excesso de SKUs prejudica a categoria
- há 16 horas
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Um supermercado precisa oferecer variedade, mas variedade não significa manter inúmeras versões do mesmo produto. Quando marcas, sabores, tamanhos e embalagens cumprem praticamente a mesma função, o crescimento do número de SKUs pode aumentar o estoque sem ampliar as vendas da categoria.

SKU é a sigla de Stock Keeping Unit, ou Unidade de Manutenção de Estoque. Cada apresentação comercial possui um SKU próprio. Uma bebida de 350 ml e outra da mesma marca com 600 ml, por exemplo, são itens diferentes. Cada novo SKU ocupa espaço, exige capital, cadastro, acompanhamento, reposição e conferência.
A matéria “Quando diversificar deixa de gerar resultado no supermercado” explica a diferença entre oferecer alternativas relevantes e acumular produtos que disputam a mesma necessidade. O excesso também pode dividir o giro entre vários itens, dificultando a formação de estoques adequados para aqueles realmente procurados.
A análise deve observar venda, margem, giro, frequência, estoque, perfil dos clientes e função do produto. Um SKU de menor volume pode ser importante por atender uma dieta, faixa de preço ou preferência regional. Por isso, baixo giro não é motivo automático para exclusão, assim como faturamento elevado não garante permanência sem uma avaliação mais completa.
O vídeo “Layout de bebidas no Supermercado Modelo”, do canal da Expo Supermercados, ajuda a visualizar como tamanhos, marcas e segmentos disputam espaço dentro de uma categoria. O objetivo não é construir o maior mix, mas reunir opções suficientemente diferentes para atender o consumidor e gerar resultado.





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