Foodservice no supermercado: vender alimentos ou soluções para as refeições?
O supermercado tradicionalmente vende ingredientes para o cliente preparar suas refeições. Com o foodservice, também passa a oferecer soluções prontas ou semiprontas para o café da manhã, almoço, lanche e jantar. Rotisseria, restaurante, cafeteria, padaria, pratos embalados e produtos para consumo imediato podem fazer parte dessa estratégia.

A principal oportunidade está na conveniência. O consumidor pode comprar uma refeição enquanto realiza as compras ou entrar na loja especificamente para almoçar, buscar um lanche ou levar o jantar. Isso cria novas ocasiões de consumo, aumenta a frequência de visitas e pode estimular vendas complementares de bebidas, sobremesas, saladas e outros produtos.
A matéria “Refeições prontas e food-to-go: como os supermercados podem vender mais com conveniência”, da Expo Supermercados, mostra que o potencial não está apenas no faturamento. Produção própria pode agregar valor aos ingredientes, diferenciar a loja e aumentar a margem, desde que todos os custos sejam considerados.
O foodservice também aumenta a complexidade da operação. Cardápio extenso, produção sem previsão, falta de ficha técnica e controle inadequado de validade podem gerar sobras e desperdícios. O vídeo “Como a rotisseria em supermercados conquista clientes, gera conveniência e aumenta as vendas”, do canal oficial da Expo Supermercados, apresenta a rotisseria como uma resposta prática às necessidades de alimentação dos consumidores.
Para começar, o supermercado pode testar poucos produtos, observar os horários de maior procura e medir vendas, margem, custo dos ingredientes, embalagens, mão de obra e perdas. O foodservice funciona melhor quando resolve uma necessidade real do cliente e possui uma operação capaz de entregar qualidade, segurança e rentabilidade todos os dias.





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