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Frutas cortadas vendem conveniência, mas deixam margem?

há 18 horas
1 min de leitura

Frutas cortadas resolvem uma necessidade clara: o consumidor deseja praticidade para consumir no trabalho, na escola, em casa ou durante um deslocamento. O produto pode gerar valor agregado, mas o preço de venda precisa remunerar muito mais do que a fruta utilizada.


Balcão de supermercado com frutas cortadas, melancias e saladas; buquês e orquídeas acima, placa Frutas prontas para o consumo.

A conta deve incluir rendimento depois de retirar cascas, sementes e partes não aproveitáveis, além de mão de obra, embalagem, refrigeração, higienização, etiquetagem e perdas. Uma bandeja pode apresentar preço superior ao da fruta inteira e, mesmo assim, entregar margem insuficiente quando esses custos não são registrados.


A matéria “Mix ideal de produtos no hortifrúti embalado: o que não pode faltar para vender mais”, da Expo Supermercados, apresenta o potencial de frutas e legumes em porções práticas. O mix pode incluir uma única fruta, combinações, saladas de frutas e tamanhos destinados a diferentes ocasiões de consumo.


O processamento exige área adequada, procedimentos definidos, higiene, controle de temperatura, validade tecnicamente estabelecida e informações corretas na embalagem. O vídeo “Como expor, organizar, vender mais e reduzir perdas no hortifrúti”, do canal oficial da Expo Supermercados, complementa o tema com orientações sobre organização e desempenho do setor.


O gestor deve medir rendimento por fruta, custo por bandeja, unidades produzidas, vendas, margem e descarte. Lotes pequenos e produção conforme a demanda reduzem o risco de sobras. Fruta cortada pode melhorar a rentabilidade, mas somente quando conveniência, qualidade e controle de custos caminham juntos.


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