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Quais são os produtos mais furtados no supermercado?

há 9 horas
2 min de leitura

Não existe uma lista definitiva que sirva para todos os supermercados. Os produtos mais furtados mudam conforme região, formato, público, exposição, valor e possibilidade de revenda. Por isso, o melhor ranking é aquele construído com os dados da própria loja.


Armarios de supermercado cheias de desodorantes, com cartazes amarelo e branco dizendo exposição nos caixas e obrigado.

Entre os itens frequentemente apontados por levantamentos setoriais estão café, azeite, chocolates, cervejas, energéticos, bebidas destiladas, tabaco, shampoos, condicionadores e carnes nobres. Em geral, são produtos de valor elevado, procura frequente, fácil ocultação ou revenda.


Dados históricos da Pesquisa de Eficiência Operacional da ABRAS também incluíram refrigerantes, cervejas, cortes bovinos, pilhas, chocolates e queijos entre os produtos com maiores perdas em valor ou quantidade. A comparação mostra que o risco não se limita aos itens pequenos: giro elevado, falhas de controle e erros operacionais também influenciam o resultado.


É importante não atribuir toda divergência a furto. Uma mercadoria pode desaparecer do sistema por erro no recebimento, troca de código, consumo dentro da loja, avaria, falha de pesagem ou movimentação não registrada. Acusar sem investigar pode criar injustiça e impedir a correção da verdadeira causa.


A matéria “Cliente consumindo produtos antes de passar pelo caixa: uma perda silenciosa” mostra que embalagens abandonadas também causam diferença entre estoque físico e sistema. O produto não está mais disponível, mas continua aparecendo como saldo.


O supermercado deve cruzar inventários, registros de perdas, cancelamentos, imagens autorizadas, movimentações de estoque e ocorrências por horário e setor. Produtos de maior risco podem receber exposição mais visível, controle de quantidade, etiquetas de segurança ou reposição em volumes menores.



erdas no supermercado?”, do canal oficial da Expo Supermercados, reforça que prevenção envolve operação, capacitação e cultura. O objetivo não é transformar a loja em um ambiente hostil, mas proteger o resultado com controles proporcionais ao risco real.


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