Ruptura operacional: o produto existe, mas o cliente não encontra
Nem toda ruptura acontece porque o supermercado deixou de comprar. Em muitos casos, a mercadoria está no depósito, registrada no sistema ou exposta em outro ponto da loja, mas não está disponível na gôndola quando o cliente procura.

A ruptura operacional pode começar no recebimento, no cadastro, no armazenamento, na separação ou na reposição. Etiquetas incorretas, produtos sem endereço definido, estoque desorganizado e falta de comunicação entre os turnos também contribuem para o problema.
A reportagem “Estoque cheio, gôndola vazia” mostra que possuir estoque não significa disponibilizar o item para venda. O controle precisa comparar o saldo do sistema, o estoque físico, a presença na gôndola e o comportamento das vendas.
O vídeo “Da loja à retaguarda: conheça a operação completa de um supermercado”, publicado no canal oficial da Expo Supermercados, ajuda a visualizar a relação entre recebimento, depósito e área de vendas. Caminhadas frequentes pela loja, responsáveis definidos e alertas para produtos críticos ajudam a reduzir as falhas.
A ruptura operacional é especialmente prejudicial porque o supermercado já investiu na compra, no transporte e no armazenamento, mas perde a venda no último momento. Corrigi-la significa transformar o estoque que já existe em disponibilidade real para o cliente.





Comentários