Carne maturada à vista do cliente: como funcionam as câmaras de dry aged?
- há 17 horas
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As câmaras de dry aged estão transformando a maturação da carne em produto, processo e experiência visual dentro do açougue. Em vez de permanecer escondida na retaguarda, a carne pode ser exposta durante a maturação a seco, permitindo que o consumidor acompanhe uma etapa que exige tempo, controle e conhecimento técnico.

No dry aged, as peças permanecem em um ambiente com temperatura, umidade e circulação de ar controladas. Durante o processo, a carne perde umidade e peso, desenvolve características próprias de textura, aroma e sabor e precisa passar por aparas antes da venda. Por isso, o preço final não depende apenas do custo original do corte.
A matéria “Max Castro leva técnica, gestão e visão estratégica ao Workshop Açougue de Primeira” explica as diferenças entre wet aged, maturação realizada a vácuo, e dry aged, feito em ambiente controlado. Segundo o conteúdo, a maturação a seco agrega diferenciação, mas exige conhecimento técnico e posicionamento comercial adequado.
Um exemplo de aplicação pode ser visto na reportagem sobre uma unidade premium de supermercado com cabine de dry aged. A estrutura transparente permite que o processo participe da experiência do cliente. Entretanto, uma câmara bonita não substitui controles sanitários, registros, manutenção e capacitação da equipe.
No vídeo completo do Workshop Açougue de Primeira com Max Castro, no canal da Expo Supermercados, o tema é apresentado ao lado de gestão, qualidade, rendimento e exposição. Antes de investir, o supermercado deve estudar demanda, cortes utilizados, perda de peso, capacidade da câmara, consumo de energia e preço necessário para remunerar todo o processo.





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