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Frutas e hortaliças fora do padrão estético ainda podem gerar vendas?

há 19 horas
1 min de leitura

Uma fruta pequena, uma cenoura torta ou uma hortaliça com aparência irregular não está necessariamente imprópria para o consumo. Parte das perdas do hortifrúti pode começar quando produtos seguros e com qualidade são rejeitados somente porque não atendem ao padrão visual esperado pelo consumidor.


Banca de frutas em supermercado, com laranjas, limões, mamões e pitayas; placas de oferta e letreiro Bebidas/Sorvetes.

A primeira alternativa deve ser melhorar a venda do produto inteiro. Preço adequado, comunicação transparente, exposição separada e sugestões de receitas podem ajudar o cliente a compreender que tamanho e formato nem sempre comprometem sabor ou valor nutricional. Essas ações também podem atender consumidores interessados em economia e redução do desperdício.


A reportagem “Torta, pequena ou manchada: por que a aparência ainda elimina frutas boas?”, da Expo Supermercados, discute como a avaliação exclusivamente visual pode retirar produtos próprios para consumo da área de vendas. Quando houver estrutura e autorização sanitária, frutas, legumes e verduras também podem ser destinados à produção de kits para sopas, sucos, saladas ou refeições.


Aproveitamento não significa utilizar alimentos deteriorados. Produtos com mofo, contaminação, odor inadequado, alteração relevante ou qualquer condição que comprometa sua segurança devem ser descartados conforme os procedimentos da empresa. O vídeo “Como reduzir perdas no hortifrúti com técnicas simples de manuseio e exposição”, do canal oficial da Expo Supermercados, reforça a importância dos cuidados em todas as etapas.


Para saber se a estratégia funciona, o supermercado deve registrar volume recebido, vendas, transformações e descartes por produto. Reduzir perdas exige critérios objetivos de seleção, equipe treinada, rastreabilidade e respeito às normas sanitárias. O objetivo não é esconder defeitos, mas encontrar uma destinação comercial segura para alimentos que continuam próprios para consumo.


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